Neste episódio Borsoi, Bruno, e Gustavo convidam Toni Moraes para bater um papo sobre o nosso tão amado futebol paraense. Descubra de onde vem toda a rivalidade entre Paysandu e Remo, relembre a “época de ouro” dos times, as táticas para uma possível arrecadação de dinheiro e as principais diferenças entre a cultura futebolística paraense com os demais times do mundo. De quebra criamos o time do Cabaré Cast e oficializamos o hino desse time cabareño.
A TV oficial do Barcelona divulgou esse vídeo assustador do pequeno Messi. Se desse tamanho ele já fazia esse estrago, imagine a lenda abaixo quanto tinha a mesma idade.
O Porteiro do Cabaré é um sujeito de poucas palavras (ou de poucos caracteres, como diriam os moderninhos). Mas o vídeo acima merece uns parágrafos a mais.
Dizer que este sub-atleta chamado Josiel é um nada seria fácil e óbvio. Mas vamos lá. Não podemos ser hipócritas e dizer que o sonho de um atleta é jogar em Remo e Paysandu, apesar de terem torcidas apaixonantes e pagarem salários astronômicos para pessoas em fim de carreira como o pseudo jogador em questão. Que o futebol do Pará está falido, até os bandeirinhas da FPF sabem. E olha que eles não sabem nada.
O ponto é que se você veio parar no futebol paraense, Josiloser, é porque você não tem mais condições e capacidade de jogar em um centro melhor. E dê graças a Deus, porque como eu disse anteriormente, você veio parar num lugar maravilhoso, que paga fortunas para caras decadentes como você. Então não reclame. Você tirou a sorte grande. Não se ache Deus pelo fato de ter sido artilheiro de um Brasileirão pelo Paraná. Até o Souza conseguiu isso.
No entanto, o seu QI não deve ter mais de um digito pra entender esse tipo de coisa. Vou tentar ser mais didático: quando você não tem pra onde ir e alguém te oferece hospedagem, você não reclama da casa de quem faz a boa ação, simplesmente a aceita. Mesmo que a casa em questão não tenha as melhores condições.
Reforço que Belém não é o destino profissional dos sonhos de muita gente, seja no futebol, seja em vários campos. Muitos paraenses sabem disso e não é por acaso que é cada vez mais comum ver gente da minha geração morando fora. Mas se Belém é o máximo que o seu futebolzinho decadente conseguiu pra encerrar a carreira, aceite isso de bom grado. Não é culpa da cidade. Não é vergonha nenhuma jogar aqui. Vergonhosas são as suas declarações.
Com ou sem o acesso do Paysandu este ano, acho que a melhor coisa que a torcida poderia (e deveria) fazer é mandar um sonoro e belo “Ei, Josiel, vai tomar no cu”. Com todos os caracteres possíveis.